Em Parati, pra Flip

Amanhã começo a postar alguns breves comentários das palestras que assisti na Flip (Festa Literária Internacional de Parati) deste ano.

Gostei bastante das mesas do Fernando Gabeira e do Christopher Hitchens e da de Lillian Ross e Philip Gourevitch. As duas tinham como assunto o jornalismo. Pena que a do Gabeira/Hitchens acabou descanbando pra política internacional e o jornalismo em si foi muito pouco discutido.

Já a palestra do Tariq Ali, que decidi assistir com uma dose de receptividade acima do normal, me decepcionou bastante. A começar pelo manifesto ingênuo pedindo “cessar-fogo imediato” de Israel que ele fez circular na feira. Ingenuidade tem limite.

Eu gostaria mesmo era de ter visto Hitchens e Ali se pegando num debate. Ia pegar fogo.

Com relação ao público, na quinta-feira a cidade ainda estava bem vazia. O pessoal começou a chegar pra valer na sexta. Sábado e domingo, todas as palestras estavam praticamente lotadas. E à noite, os barzinhos também.

Comprei um livro apenas, “Amor, Pobreza e Guerra”, do Hitchens. Queria ter comprado os do Jonathan Safran Foer também, mas não deu. Peguei um livro-coletânea de contos e poesias publicado pela revista “Granta” e pelo British Council. E ganhei dois livrinhos do Delfin: um do Breno Kümmel e outro pequeno livro de contos de autores da Editora Paradoxo.

Amanhã escrevo mais.

(Em agosto de 2006)

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