Por quê?

Uma regra que eu juro não entender na língua portuguesa é a dos porquês. Pelo que lembro, existem três deles: “porque”, “por que” e “porquê”. Cada um é usado conforme alguma regra bizarra: se é no início de uma pergunta, se é no fim, se quer dizer “o motivo”. Acho uma bobagem enorme tudo isso e me recuso a escrever direito. Por quê? Por quê sim, oras.

A crase também não se sustenta, pra mim. Esses dias, ri muito numa entrevista do Millôr, quando o repórter perguntou se ele havia modificado alguma coisa em um livro que estava sendo relançado. Ele disse algo assim: “Coloquei umas crases erradas só por pirraça.”

(Em setembro de 2006)

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