Lobão

Lobão na contramão
O Lobão de hoje é bem diferente do Lobão de alguns anos atrás. O de hoje acha que a vida é doce e luta pela moralização das gravadoras. Mais: briga pela numeração das obras intelectuais no Brasil. Conversamos com ele em um restaurante em Campinas. Entre uma costela de carneiro e uma manga flambada, não poupou ninguém. Ninguém mesmo…

Entrevistadores:
Carlos Eduardo Moura
José Ricardo Manini
Silvio Anunciação

Quais são e como você vê as alternativas para divulgação de música hoje no Brasil?
Quando eu comecei a vender em banca, isso era uma incógnita. Mas cheguei a uma série de conclusões. Por exemplo: a banca tem seus problemas, você fica quinze dias, depois você sai. Isso atrapalha um pouco, mas ao mesmo tempo ela cobre um território muito maior que o território coberto pelas gravadoras. Pra você ter noção, em todos os lugares do Brasil que eu fui tinha o cd. A banca é um poderoso veículo de distribuição.

E a música digital?
A música digital eu acho difícil em termos de venda. No meu site tem muita música disponível em MP3. Como divulgação, acho que dá pé. Mas ainda não tem como comercializar isso aqui no Brasil por uma série de coisas, mas eu acho que isso é uma questão de tempo.

Quando você estava em gravadora grande, sofria muita pressão?
Sempre teve. Por isso que eu fui ejaculado. Parece que tinha um dossiê: “Ah, o Lobão é muito difícil.” Queriam me colocar no “Sexolândia” do Faustão, imagina, e eu falei que não ia. Aí falavam: “Mas o Lobão não faz nada”. Geralmente o marketing da gravadora é burro. Se, por exemplo, eles têm o Alexandre Pires e o Sepultura, eles vão trabalhar do mesmo jeito. Perderam completamente o sentido da realidade.

É possível para as bandas novas terem um trabalho reconhecido sem a ajuda das gravadoras?
A primeira banda que fez isso efetivamente talvez nesse novo período foram os Racionais. Com 500 mil cópias e tudo mais. Mas eu acho que com o advento das rádios comunitárias, isso virou um “perigo” para as grandes gravadoras, porque sai do eixo do monopólio. Tocando na rádio você existe. Tocando na MTV você vira uma pessoa conhecida. É isso que as gravadoras oferecem.

É, e na época a MTV acabou tendo que engolir os Racionais…
Teve. Mas você viu que depois desengoliu, né? Eles também não tocam mais. Mas eu acho que a tendência agora são os festivais. Tem no Espírito Santo, tem o MADA em Natal, tem o Bananada em Goiânia, o Porão do Rock em Brasília. No Sul tem banda independente vendendo 300 mil cópias. A estrutura do Sul é excelente. Se o Brasil inteiro pudesse ter a estrutura de lá seria muito bom. Mas isso é questão de tempo.

Quando você pensou em fazer uma distribuição independente?
Eu não fui sistemático nisso. Foi por pânico, porque eu comecei a me desgastar. Em 88, o disco “Vida Bandida” foi muito desgastante pra mim. Quando eu fui preso, fizeram tanta coisa, o disco ficou uma merda, parecia um rock farofa… Eu fiquei puto, porque eu tava preso e não tive ingerência sobre nada. Todo mundo achou que aquilo de prisão era marketing, e foi uma coisa violentíssima. Então, eu comecei a me desgastar nesse período. Aí saí da gravadora em 92 e fiquei tentando voltar. Consegui com a Universal em 98 e lancei o “Noite”. Quando eu falei que a pirataria paraguaia era mais romântica do que a feita pelas gravadoras, me mandaram (a Universal) uma rescisão por correio. E aí eu já estava com “A Vida É Doce” meio feito, e tava pensando em descolar ainda por portas oficiais como fazer. Bom, aí eu fiquei batendo de porta em porta. Mostrando pra empresário. E todo mundo falava: “Pô, Lobão, rasga isso. Imagina ‘Me Chama’ com a tiazinha rebolando do lado. Grava gente morta, Renato Russo, Cazuza.” Eu falei que não ia. Pô, tava cheio de música nova e tava achando que aquele era o meu melhor disco, e aí os caras não queriam. Falavam: “Todo mundo quer o velho e bom Lobão.” O Jorge Ben fez o disco ao vivo da MTV e falou: “Parece que a gente é decadente”. Parece não, você fica. O cara cheio de música nova e vai ficar regravando?

Você faria um acústico?
Não. Eu tô até pensando em fazer um songbook em que eu toque violão só pra explicar como são as cifras. Vai ser o “Lo Book Song Bão” (risos). Mas eu não faria um acústico, não. Eu acho que a maneira que foi direcionada a coisa acústica é foda. Mas eu não tenho nada contra som acústico. Por exemplo, o disco da Cássia Eller é bom pra caramba, mas é o único, o resto dos acústicos são uma merda. Fica tudo fru-fru: botam harpa, orquestra. O disco fica uma merda. O acústico não tem nada de ruim. Os acústicos americanos geralmente são muito bons. O do Nirvana é muito bom. Não é crucificar o termo, mas o que fazem aqui é muito ridículo.

Como está o projeto da numeração?
Tá indo muito bem. Por ordem natural das coisas a gente não ia conseguir nada. Mas hoje em dia é final de mandato, neguinho quer eleger o Serra… Isso tá sendo uma coisa histórica. E os caras lá da Casa Civil estão falando assim: “Não tem se vai numerar ou não, é como vai numerar.” A Receita Federal também está babando em cima, porque tem muito interesse fiscal, não é só jogo político, é econômico também. Tem uma série de circunstâncias que nos favorecem de uma maneira lotérica. A própria deputada que escreveu a lei, a Tânia Soares, fez de propósito a lei ser difusa. Ela falou: “Como você vai aprovar por unanimidade se fosse uma lei detalhada dando bandeira?” Você tinha que driblar isso. Mentiu. Falou que isso já existe nos EUA. O chute no saco foi isso. Agora, se você dissesse qual era a real intenção, você nunca ia conseguir.

Mas as gravadoras falam que isso é inviável…
Se fosse, como é que eu numero os meus? É mentira.

E como isso funcionaria, tecnicamente?
Tem selo, tem laser, tem milhões de possibilidades pra fazer isso. Agora nós descobrimos que na comissão um cara, editor do Paulo Coelho, provou porquê é impossível fazer isso. Ele falou: “Vamos mostrar como faz a numeração.” Começou a carimbar as coisas manualmente e falou: “Olha aqui, vai ser impossível.” Ah, sim. Assim vai mesmo. Só que hoje em dia tem empresa que numera passaporte, chassi de carro, peças automotivas, então, o laser imprime em grande escala qualquer informação em qualquer material, ferro, aço, pedra, papel, plástico… O laser imprime entre as duas superfícies. Você não tem como rasurar. É tudo muito moderno. E isso custa três centavos.

E esse negócio das assinaturas em cada exemplar?
Você pode assinar, claro.

Cada um?
Mas, peraí, imagina se alguém vai pedir pra você ficar dando autógrafo.

Mas é o que falam…
Falar é uma coisa, mas a tua inteligência não admite isso. O Lulu Santos falou: “Eu não vou ficar assinando nada.” Você já viu uma cédula de dinheiro? Toda cédula tem uma assinatura do Banco Central. E é obrigado ter assinatura. Você acha que o presidente do Banco Central vai ficar assinando cédula por cédula? Porra, como no mundo moderno hoje você vai acreditar num negócio desses? Ou é má-fé desses caras ou é ignorância mesmo. Nem na ignorância dá pra você colocar um negócio desses… É impossível no mundo moderno, com pessoas razoavelmente inteligentes, quererem detratar a nossa atuação, despotencializar o nosso discurso, e achar que a gente é débil-mental de propor uma coisa dessas. E o que é pior: achar que o público é débil-mental e que vai acreditar numa coisa dessas. Imagina, a gente tá implementando uma coisa altamente tecnológica. E aí vem o cara querer falar que a gente vai fazer carimbo manual… mas nem em jogo do bicho tem mais isso.

Mas a mídia parece que coloca você perdendo essa guerra contra as gravadoras…
Tomara que eles façam isso mesmo, porque nós já ganhamos. E não só eu, eu tô representando 500 artistas, entre eles Chico Buarque, Zeca Pagodinho, Marisa Monte, O Rappa, Sepultura, Ira!, Beth Carvalho… Aí vem meia dúzia como Sandy & Junior, Caetano Veloso, Rita Lee, Xuxa, Angélica, Lulu Santos, que são a escória da escória da escória e neguinho vem achar que é maioria. Não, são minoria e são traidores. E vão ficar com o nome achincalhado definitivamente. Primeiro porque essas pessoas foram signatárias do nosso tratado. Aí levaram um chega-pra-lá das gravadoras. Eu telefonei pra mulher do Gil, ou melhor, a mulher do Gil atendeu e não quis passar o Gil pra mim. Aí ela me fala: “Ahh, você acabou com a carreira do Gil.” O papo era esse. Ele levou foi um catranco. Ficam com pinta de xerifes e são todos uns cagões. O argumento do Lulu e da Rita Lee era assim: “O Lobão não pode porque está alijado das gravadoras.” Que apartheid é esse? Estou alijado? E tem outra coisa: e se eu quiser voltar? Não posso reclamar só por isso? Aí, na república do terror, no pânico do subúrbio do subúrbio, do inferno, vem um babaca como um Caetano Veloso dizer que não faz parte dessa turma, e vir escrever um monte de besteira dizendo que não vai assinar porque não tem confiança, dizendo que somos comunistas, porque a mulher que fez a lei é do Partido Comunista. E um cara que tem uma representação histórica como um Caetano ou um Gil ou uma Rita Lee, pessoas desse gabarito, se fosse Sandy & Junior ou Xuxa, mas, pô, você vê que é uma távola rasa. Aí o Gil fala: “Mas ele fala mal de mim.” É um espírito de classe que não tem nada a ver, eu falo mal e continuarei falando mal e você tem que ficar do meu lado porque nossa classe é uma categoria, não tenho nada pessoal. Isso é uma corporação, uma máfia?

E o que você acha da cultura brasileira hoje?
Eu acho que o artista virou um entretenedor, virou uma junkie-box. Tipo: “Toca aí ‘Como uma Onda no Mar'”. Aí o cara: “Naaaaada do que foi será…” O cara simplesmente é autômato. Todas as gravadoras têm um slogan assim: eu quero um sabão em pó que canta. Quer dizer, o artista não pode dar problema. Enquanto que o artista é feito pra dar problema, o artista que não dá problema não é artista. E aí o paradigma disso é o “Fama” (Rede Globo). “Isso tá certo! Isso tá errado! Cala a boca!” É só técnica e repreensão. É fascismo mercadológico. O artista só vale quando ele decepciona ou quando ele trai. Um artista que corresponde a expectativas é um entretenedor, não é artista. Então o artista novo já vem pré-fabricado e o velho regrava o que ele próprio já fez, regurgita a si próprio. Então não existe mais nada. Ninguém pode questionar, questionou vai pra fora. Ou vocês acham que esses caras que falaram uma coisa e depois disseram outra foi a toa? Foram ameaçados pelas gravadoras. E aceitaram a ameaça.

E depois foi o Gil na “Folha” desmentir que foi ameaçado…
“Ou não, ou não”. Eles são os reis do “ou não”. A Tropicália vai ficar como o Sargent Peppers pós-baiano do “ou não”. É um movimento que foi um retrocesso no Brasil, tanto cultural quanto comportamental. Eu sempre achei uma bosta, e hoje em dia ainda falo: é uma bosta a Tropicália! Um simulacro de rock and roll, tentando regurgitar a bossa-nova, uma merda. Coisa de efeminado. Não é coisa de viado ou homossexual não, é coisa de quem não tem paudurescência.

E os movimentos tipo o hip-hop? São autênticos?
Totalmente. O Mano Brown, por exemplo, é do caralho. Ele pra mim está entre Chico Buarque e Renato Russo. Mano Brown é um puta poeta, um dos poetas que mais me emocionaram. Agora, porra, a cultura da classe média não legitima o hip-hop porquê? Porque dizem que é americanizado. Mas o problema é o seguinte: o samba virou produto de branco. E o hip-hop é a coisa mais autêntica que nós temos em termos de arte popular.

E o funk?
O funk está para o samba. Se você for analisar o samba do início do século, a formação, é muito engraçado porque você vai ver todos os preconceitos que tem contra o funk, no samba. “É uma coisa imoral, coisa de negro…” Todas essas paradas. É a sexualidade do africano, pô. O rock and roll mostrava o quê? Pélvis. Você quer tirar o sexo da parada? E vou te dizer mais: samba de roda e funk é a mesma coisa, se você for pegar as levadas. O funk às vezes tem coisas muito vagabundas, mas tem coisas muito engraçadas.

E teve toda aquela campanha contra o funk…
Eu fico pensando nesses negócios de fazer palestras em universidades, fica um moralismo às avessas, dos rockandrollers contra a bunda. Mas você quer mostrar o quê? O seu cérebro? Ora, vai tomar no cu. Eu tava vendo o Ziraldo na capa de vocês, quando ele tava na época da “Bundas”, ele deu uma entrevista no Roda Viva e tava muito feliz com a revista. Aí perguntaram o que ele ouvia de novo. Aí ele falou: “Ah, Chico Buarque, Caetano, Gil…” Aí o cara falou assim: “E o Renato Russo?” O Ziraldo: “Ah, eu vi no obituário que ele morreu…” Você tá entendendo? Isso é uma merda. E o rock funciona nesse sentido. Agora, eu tenho severas críticas a fazer, porque o rock virou um lixo moralista, xiita. Quando se mistura com alguma coisa, os caras querem “rock puro”. Mas, não, o rock não foi feito pra isso. O lance do hip-hop, por exemplo. É quase como um chute no saco da intelligentsia, que quer o puro, mas o Brasil não pode ser puro, é 100% mestiço, a gente é um subúrbio do terror, a gente pega da matriz pra poder reciclar tudo, inclusive a bossa nova era assim, o samba foi assim. O choro é uma mistura de polca com umbigada. Você no século 21 não vai querer pegar tudo que está acontecendo na matriz, sendo colonizado do jeito que a gente é? E só podia ser assim. O Caetano esses dias tava na MTV e falou assim: “O Brasil tem que ser bossa nova.” Quer dizer, ele quer um retrocesso. A bossa nova é uma coisa anacrônica, absolutamente anêmica e bem débil-mental, né? “O parquinho, papauera…” Ah, vai tomar no cu, rapá. Eu tenho conhecimento de bossa nova, eu sei o que é bossa nova, eu sei construir padrões harmônicos, mas isso é anacrônico. Isso é cheio de varizes. Varizes sem sangue, ainda por cima.

Parece que é uma coisa assim: um é “alta cultura”, o resto é “baixa cultura”.
Isso. Mas eu acho que rock and roll is a fine art. O rock and roll está embutido em artes plásticas, você pega artes de vanguarda, tudo é rock and roll. Cinema, escultura, pintura, tudo a partir dos anos 60 é rock and roll. Se você for ver o hip-hop, ele tem rock and roll. Jorge Ben é rock and roll, mas Caetano não é. Por quê? Eu tive esse pequeno insight agora. É o lance de Dionísio e Apolo. Uma coisa é dionisíaca, é a paudurescência, yeah, GRRR, a outra é a coisa purinha, é harpa, ahhh. Porque se despreza a bossa nova? Porque, na verdade, o impulso de você criar a bossa nova não é pelo que você está sentindo, é pelo que você quer mostrar. Geralmente o cara da bossa nova quer mostrar os acordes que ele usa. Ele está preocupado com uma forma. Ele está preocupado em fazer sinuosidades vocais. Você olha pra isso e pensa: “Que ingênuo.” Você passa mal com isso. O cara parece um crente. É careta. Todo mundo gostaria de sentir uma empatia positiva por isso, mas você não sente, você fica pensando que o cara é um crente. Não adianta, é uma merda a bossa nova. Porque está no corolário das coisas apolíneas. Mas eu quero Dionísio, eu quero com êxtase, eu não quero ficar pensando sobre isso. Fazer uma coisa apolínea é só se informar sobre aquele padrão, que nem é muito complicado, diga-se de passagem, e ficar lá fazendo “paaaraaa, parararaaa”, e ficar naquela punheta estética babaca. Ah, vai tomar no cu o João Gilberto. Eu faço “Me Chama” e o cara vai cantar daquele jeito que gravou? O Caetano diz que ele é máximo, máximo é o caralho. Ele é bom, mas não pode esse cara ficar empatando a foda de gerações e gerações e dizendo que ninguém vai atingir o que ele fez. O caralho.

O que sobra do rock e da MPB?
Tem muita coisa. O Max de Castro é um cara que eu gosto muito. O Yamandú Costa é paudurescência total. Ele não é barroco não, ele toca por necessidade de tocar daquele jeito. Eu gosto d’O Rappa, Charlie Brown Jr., Sepultura, Nação Zumbi, B. Negão, Rebecca Mata, que faz uma espécie de trip hop com Marylin Manson e Cartola. Tem muita coisa boa, tem o Otto. Quer dizer, a gente não tá morrendo por falta de gente. Primeiro que a banda larga da MPB está nesse estado que a gente conhece, né? Decadência. No Prêmio Multishow você vê Gilberto Gil entregando prêmio pra Sandy & Junior. É muito deplorável.

Falando de vendas, você acha que os artistas são mal remunerados?
Porra, são roubados. O Mário Lago morreu devendo 60 mil reais. Foi um puta autor. O Tim Maia, o Moreira da Silva, Nelson Gonçalves, todos morreram na fome. Eu fui no Roda Vida agora, a filha do Ary Barroso estava lá. “Aquarela do Brasil” é a música brasileira que mais toca no mundo depois de “Garota de Ipanema”. E em dez anos eles ganharam 300 reais. É uma piada isso.

Por exemplo, esse último cd seu custou R$ 11,90. Quanto você consegue lucrar por unidade?
Pra mim, eu consegui uma coisa que ninguém consegue: um real por disco. O Roberto Carlos deve ganhar uns oitenta centavos, sei lá, ganha 18% por disco que vende. E o disco dele tá trinta reais, e ele ganha 80 centavos. Às vezes você pode ter vendido um milhão e o cara diz que você vendeu dois mil, e aí? Não tem como controlar. “Me Chama” foi a música mais executada da década. E quanto vendeu? 23 mil cópias, segundo a gravadora.

Você está com um projeto de fazer uma revista, como vai ser?
Vou. (Virando-se para o garçom, diz: “Manga flambada”).

Manga Flambada vai ser o nome? (Risos)
(Risos) Não, a revista vai se chamar “Universo Paralelo”. Mas Manga Flambada também é um bom nome. A gente tá aperfeiçoando a idéia, vai ser mensal, com 50 mil cópias e o cd. Eu tô a fim de elaborar também um festival em dezembro pra lançar o número zero.

Publicada originalmente no jornal Semana 3 (ed. 5, setembro de 2002)

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